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Bem-Vindos <33

quinta-feira, 11 de junho de 2026

Outro texto maisoumenos :P

 oi gente texto etc tal kk le ai

Vampires Will Never Hurt You

    Primeiro, eu vou matar o ف̸̶̡̡̧̢̢̨̛͍͔͉͈̠͎̦͙̹͓͖̝̰̤̘̣̼̲̠̭̣̙̭͉̻̫̖̻̰̤̘̟̩͇̩̤̙̈́̈͐̅́͑̊̾̀̀́͒̀̆̽̍͑̉͊̾̑̋̀͗̄̃͆̕͘̕͘̕͜͝͠ͅر̵̶̨̢̨̧̧̛̛̛̘̠̱̩̩̯͉̪̦͎̙̭̞̠̮̣̖̜̙̬̮̩̪̜̳̻̯̞̻̪̜̗̦̦̝̤̦̤̲̣́̽̉̆̌́̓̎̈̆́̉̎́̅͒͊̿̓̈̾̇͌͆̈́͆̓̀̀̐̑̐̒́̈́̿̓̒͘̕̚̕͜͜͜͜͝͝͝ͅͅن̸̴̨̨̢̡̛̹̖̣̗̞̘̹̜̜̘̣̯͚̣̼̗̭͇̟̻̺̣̻̤̬̱͓̮͍̙̹̘̰̣̘͓͍͖̼́̈́̅͐̐̐́̚͜͝ͅا̷̷̻̳͖͈̥̹̦͗͗͒̒̊̽͐͌̇ͅن̴̸̭͍̞̮͙̟̻͕̪͔͒͊̿̾͒̽̂͂͆̈̓͊̓̅̄̆̔́̀̐͛̈́͒̏̚͜͠͝ͅد̷̴̨̧̨̢̨̢̢̛̛͍̫̖̯͓̗̜̝̗̥͎̗͉̰̜̘̖̣͇̹̺̘̤̹̬͔̹̪̳̩͉̪̰̜̭̞͇̯̜̹̩̮̙̠͚̏̈́͌̉̆̌̔͌́͌̑̂̋̈́̋̃͆̊̎̀̄̈́́̓̋̎̒̑̋̒̓̍͐̄̔̕͘͝͝͝͝و̷̴̡̢̢̨̺̖̞̙̗̜͓̗͚̘͕͖̟͖̮̹̩̥̣̞̳̤̯͙̜̙̱̗̹̟̳͕̜̱͉̫̣͖̻͙͚̞̲̂̂́̊̿͗͋̈͑̏̏̆͂̿͆̂͗̆̆̏͊͂̀̎̂͛̆̽͒̿͂̾̅̆̒̌̉̃̎̕͘̚̕͝͠͠͠ͅ. Ele é estúpido, fedido, burro, arrogante e preguiçoso. Ele é tão patético que não vou me prezar a dá-lo uma morte digna. Vou dar um tiro na teste dele e descartar seu corpo no rio Tietê.

    Depois vou matar a ه̴̵̧̨̨̢̧̡̨̢̡̲̯̜̥͎͖͍͓̳̬̬̫͔̫̹͎̬͇̤̝̯̳̮̟̰͉̣̬̳̞̰̫̰̠̫̘̠̯̠͔̦͊̃̂̋͌͗̊̈̀̎͌̊́̏͆̐͗́̏̾́̓͒̚͜͠͠ͅͅͅي̸̸̨̨̨̛̲̼̣͙̫͕͉̱͎̮̯̼̣͖͎̤̭̯̼̦͙̩̯̹͓͍̝͓̿̀͌̎̋͂̇̑̒́̿͒̅̏͑̒̐̍͌͒̄̉͊͒̀͊̇̆̎͂̏̇͛̚̚͜͝͝͝͝͠͝͠ل̷̸̧̛̪͕̯͆̽͆̀̌̒̽͑̈́͒̒̉̑̋͌̅̀̒̄̎͛̂̿̿̊́̇͗͑̈́̾̏̀͂̔̏̉͑̕͘̚̚͘͝͝ي̶̴̡̡̢̧̛̛͉̞̙͓̰̟̣̞͉̲̩̮͖̦̲̪̹̮̤͈̳̮̳͔̘͍̠͈͉̠̞͖̘̝̀͛̔̏͆̏̑͗́̆̈̋̈́͛̀̈́̒̈́͌͋͌͐̈́̓͂̒̈̃͛̆͘̕͜͠͝͝͝ͅͅن̸̶̢̨̨̨̳̫̠̻͉̭͎̳̤̫̲̼̯̖͈͇̣͚̞̪̲̯͕̳̞̭̙̞͔͇̠̔͐̈͑̌̔̂̀̎͆͂́͒̀̈̓̈́̌̑̂̈́̿̆̿́̃̒́̅͒͗͒̿̐̒́́̾͂̍͛̈́͛̃͑̀̕̕͘̚͜͝ا̵̴̡̢̤̳̰̦̬̰̘̦̪̝̮̻͕͚͇̤̝̜̽͋͒̅̿̇̎̌̈̓̍̄͑̑͛̇͛̆̅̋̈́͂͐̓̍͋̈́͑̊͊̆̒͂̔͊̎͑̄̈́̓̓͒̈̎̎͆͂͌͘̕̚͝͝͠. Eu não consigo suportar a presença dela sem querer engolir uma maça medieval. Ela não deveria ser permitida de falar, com toda aquela prepotência tosca e desajeitada. Para ela, vou preparar um lugar diferente. Primeiro, vou quebrar as pernas dela e amarrar seu corpo o mais distante possível. Chegando no lugar (um apartamento abandonado, decorado e ambientado como um tempo de sacrifício), vou pendurar seus braços amarrados numa corda localizada no centro do "templo". Então, vou acender todas as velas vermelhas e colocar cantos gregorianos distorcidos. Vou esperar alguns minutos até seus sentidos se embaralharem e, então, desferir tapas no seu rosto até se aproximar de um ponto de colapso mental. Vou repetir esse processo por volta de meia hora.

    Depois de me cansar, vou liberar meus morcegos e deixá-los sugar quase todo seu sangue, até um ponto crítico e, quando sua alma estiver perto de sair, vou empalá-la com um cabo de vassoura sujo e terminar de consumir seu sangue. Feito isso, vou picotar e moer sua carne para fazer almôndegas, usar seu sangue como molho e seu cérebro como macarrão, e então distribuir para mendigos na rua.

    Quer saber? Eu odeio o ف̸̶̡̡̧̢̢̨̛͍͔͉͈̠͎̦͙̹͓͖̝̰̤̘̣̼̲̠̭̣̙̭͉̻̫̖̻̰̤̘̟̩͇̩̤̙̈́̈͐̅́͑̊̾̀̀́͒̀̆̽̍͑̉͊̾̑̋̀͗̄̃͆̕͘̕͘̕͜͝͠ͅر̵̶̨̢̨̧̧̛̛̛̘̠̱̩̩̯͉̪̦͎̙̭̞̠̮̣̖̜̙̬̮̩̪̜̳̻̯̞̻̪̜̗̦̦̝̤̦̤̲̣́̽̉̆̌́̓̎̈̆́̉̎́̅͒͊̿̓̈̾̇͌͆̈́͆̓̀̀̐̑̐̒́̈́̿̓̒͘̕̚̕͜͜͜͜͝͝͝ͅͅن̸̴̨̨̢̡̛̹̖̣̗̞̘̹̜̜̘̣̯͚̣̼̗̭͇̟̻̺̣̻̤̬̱͓̮͍̙̹̘̰̣̘͓͍͖̼́̈́̅͐̐̐́̚͜͝ͅا̷̷̻̳͖͈̥̹̦͗͗͒̒̊̽͐͌̇ͅن̴̸̭͍̞̮͙̟̻͕̪͔͒͊̿̾͒̽̂͂͆̈̓͊̓̅̄̆̔́̀̐͛̈́͒̏̚͜͠͝ͅد̷̴̨̧̨̢̨̢̢̛̛͍̫̖̯͓̗̜̝̗̥͎̗͉̰̜̘̖̣͇̹̺̘̤̹̬͔̹̪̳̩͉̪̰̜̭̞͇̯̜̹̩̮̙̠͚̏̈́͌̉̆̌̔͌́͌̑̂̋̈́̋̃͆̊̎̀̄̈́́̓̋̎̒̑̋̒̓̍͐̄̔̕͘͝͝͝͝و̷̴̡̢̢̨̺̖̞̙̗̜͓̗͚̘͕͖̟͖̮̹̩̥̣̞̳̤̯͙̜̙̱̗̹̟̳͕̜̱͉̫̣͖̻͙͚̞̲̂̂́̊̿͗͋̈͑̏̏̆͂̿͆̂͗̆̆̏͊͂̀̎̂͛̆̽͒̿͂̾̅̆̒̌̉̃̎̕͘̚̕͝͠͠͠ͅ sim. Acho que vou pegar seu corpo imundo e gravar uma sequência de filmes curtos. No primeiro, vou tirar sua pele. No segundo, vou arrancar tudo que possa ser arrancável, como olhos, dedos, orelhas e semelhantes. No terceiro, vou colocar tudo em uma bacia e espancar até que tudo seja prensado e virar um grande bloco de carne. Finalmente, no quarto, vou filmar em time-lapse algumas larvar consumindo o bloco.

Issoae galera e nois :P

    

segunda-feira, 1 de junho de 2026

Comeback do blog: texto escrito durante a aula

     Oi amigos!!! to compreguiça de decora o post ok entao vai sem PORRA nenhuma mesmo rs :P So to afimd e escreve aqui uma bostinha q eu escrevi na aula (vivo fazendo isso entao pq n botar aqui ne ja q e meu blogue). Confiram!!!!

                                                                      todos amem a

A ontologia da (rede viva) e a verdade da dor

    Pode-se dizer que a dor é parte necessária do movimento, mesmo que seja exatamente o desestimulante do mesmo. De alguma forma, parece que o algoz que dana a pele é o mesmo que a cura, ou seja, para que haja objeto epistemológico, é preciso que o mesmo seja, primariamente, destruído.

    É como se a base da existência fosse a sua demolição. O fim se encontra no mesmo ponto que o começo, sendo a realidade orientada a partir do mesmo tanto pra frente quanto para trás. A orientação em si pouco importa, tanto como sua continuidade temporal ou não, até por conta da falsa noção da necessidade de um sentido real implantada por esses porcos malditos.

    O sentido é nada mais que o vetor materializado da percepção racional da, ironicamente inexistente, diferença entre a dor e a morte, ou seja, entre o inicio e o fim. A única coisa que existe, ontologicamente, além da dor, é a merda da rede, que, baseada na mentira do sentido e da ordem, origina uma nova dor imaginária, essa que implica o surgimento, urge a criação de um novo espaço virtual que, obviamente, virtual pela definição clássica da palavra, babaca! de absoluta conexão.

    Essa conexão, por ser baseada em uma mentira, gera dor, que, em contraposto, manutene a si própria. É um meio pútrido de imperar sobre a realidade, negando a natural não-existência, como se a dor das relações em rede fosse uma verdade natural, e não uma invenção da carne profana.

    A sorte é que não há possibilidade da existência de um plano dimensional superior com tal conexão absoluta e livre tão poderosa sem uma base material real arquitetada, que é mais profundamente conectada na mentira, facilitando sua completa aniquilação e derretendo seu útero digital, berço da dor e palco da morte cênica, tanto da carne quanto do espírito, onde a eletricidade - profanada pela rede - pode fluir sem amarras do sentido.

Ilustração do texto

    Bom amigos, era só isso mesmoKADSKJAKJSDJKASJKDJKA logo mais faço posts à moda antiga. Agora vou tomar banho, cagar e dormir :3 beijinhos

eu nem lembro por que escrevi isso

     Eu tenho esse habito de vomitar palavras, apreciem! Criança - Meleca e partido     Forças se contrapõem, como imãs inversamente polares...